Grande Discoteca Brasileira



Chega às bancas a coleção Grande Discoteca Brasileira Estadão



Ao todo serão 25 volumes, cada um com um CD acompanhado de um livreto com média de 60 páginas, incluindo fotos inéditas e informações técnicas sobre discos de grandes intérpretes e compositores da música brasileira.
Para formar esta coleção exclusiva, o Estado contou com a curadoria do produtor musical Ricardo Moreira, com grande experiência no mercado fonográfico, tendo trabalhado como consultor de catálogos de grandes gravadoras.
Como toda lista raramente atinge uma unanimidade, Moreira teve a difícil tarefa de escolher 25 discos que contassem parte da importante história da música popular do País. "Eu procurei me ater a algum certo consenso, com discos extremamente relevantes para a música brasileira e que não poderiam ficar de fora de uma coleção como essa. Foi muito difícil escolher apenas 25 álbuns em um país com uma riqueza musical continental, foi uma tarefa para se dar para algum inimigo", brinca o curador.

Clube da Esquina

Em 1972, depois de ter lançado mais três discos - Courage (CTI, 1969), um outro com o mesmo título, Milton Nascimento (1969, Odeon) e Milton (1970, Odeon) -, já reconhecido pelo sucesso de Travessia, Milton provaria ser muito mais do que compositor de uma música só. Na época, Milton já havia deixado Três Pontas, onde tocava no conjunto W"s Boys, com Wagner Tiso, mudando-se para Belo Horizonte. Lá, conheceria os irmãos Marilton, Márcio e Lô Borges, além de Beto Guedes, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Tavinho Moura, Flávio Venturini, Vermelho e Toninho Horta. Com toda a trupe, que se reunia na hoje famosa esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis, Milton não só apenas lançaria um dos álbuns mais importantes de sua carreira, como também um dos discos mais relevantes da história da música popular brasileira.

Em mais um exemplo do poder infindável de renovação musical do
País, Clube da Esquina foi um verdadeiro choque em sua época e perdura até hoje por sua originalidade. O álbum tinha a comunhão das bagagens dos diversos integrantes do grupo, como a influência dos Beatles, das harmonias elaboradas de Jobim, variações rítmicas na medida certa e a linguagem particular e emotiva emanada das Gerais.
A competente produção de Milton Miranda, alguns arranjos dos geniais Wagner Tiso e Eumir Deodato, além da regência do saudoso Paulo Moura resultaram em 21 faixas eternizadas, como Cais, Nada Será Como Antes, Tudo Que Você Podia Ser, Trem Azul, Cravo e Canela, Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, as enxarcadas de latinidade Dos Cruces e San Vicente, a densa Me Deixa em Paz, de Airton Amorim e Monsueto Menezes, com participação de Alaíde Costa, e o grande destaque do disco, Clube da Esquina nº2, em versão instrumental, acompanhada dos vocalizes em falsetes de Milton, com arranjo primoroso de Deodato. A força do álbum ainda seria atestada mais tarde, quando diversos temas de Clube da Esquina ecoariam com gravações de nomes da magnitude de Tom Jobim, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Elis Regina.

Acesse : http://grandediscotecabrasileira.com.br/

A RBS Publicações é a unidade do Grupo RBS que atua na
produção e comercialização de projetos editoriais,
e lançou recentemente a coleção Grande Discoteca Brasileira.

Obrigado especial a Roberta da Silveira Corrêa da Duplo M.

Vídeo Espetacular : Bel Mercês

Bel Mercês, junto com a jornalista Letícia Gimenez, assina o roteiro e a direção do documentário "Sobre Amigos e Canções", que conta a história do movimento musical mineiro Clube da Esquina. As gravações começaram no ano de 2005, quando foram entrevistados Milton Nascimento, Lô Borges, Márcio Borges, Beto Guedes, Fernando Brant e outros ícones da música mineira.
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Em fevereiro de 2007 um pré-corte de 22 minutos foi exibido pela TV Cultura de São Paulo.
O documentário foi exibido novamente em abril de 2009, na programação especial "Clube da Esquina, nas Minas da Música", no Sesc Pinheiros, em São Paulo, com debate sobre o tema. Em julho de 2009, foi destaque de programação no Festival de Inverno de Ouro Preto, evento que teve como tema o legado do Clube da Esquina.


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Assista ao Vídeo clicando aqui !!!
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FICHA TÉCNICA
"Sobre Amigos e Canções", documentário, cor, 48 minutos

Direção: Bel Mercês e Leticia Gimenez
Roteiro Original: Bel Mercês e Leticia Gimenez
Roteiro Final: Bel Mercês
Edição: Thais Cortez

O Sal da Terra - O Hino

Navegando pela internet vamos encontrando pessoas movidas pelas mesmas afinidades e ideais.
Foi assim que virtuamente conheci o Argos Arruda Pinto, uma pessoa que há muito tempo defende a idéia que a música O Sal da Terra deveria se tornar o hino ecológico brasileiro.
Muito ela já conseguiu, mas proponho que todos que compartilhem deste mesmo sentimento conheçam mais um pouco dessa proposta e se unam nesse mesmo ideal.

Conheça mais sobre o Argos e sua Proposta CLICANDO AQUI !!!!
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Seu Blog : "O Sal da Terra - O Hino"
Comunidade do Orkut : "O Sal da Terra" - O Hino

Bye Bar Brasil

Neste domingo (14/03) venha prestar sua homenagem ao Bar Brasil. Ponto de encontro de vários artistas mineiros que sempre estiveram presentes naquele local nos seus 20 anos de história.

Criado e idealizado pelo sociólogo Júlio Costa Val o evento Bye Bar Brasil é uma homenagem ao Bar Brasil que encerrou suas atividades após 20 anos de funcionamento “vítima” do mercado imobiliário.

O evento será realizado no dia 14/03 domingo, de 14 às 20h, na Rua Aimorés - no quarteirão compreendido entre a Rua Maranhão e a Av. Getúlio Vargas - Belo Horizonte, ocasião em nos reuniremos para uma oportuna e justa homenagem àqueles que, de alguma maneira, contribuíram e contribuem na formação da nossa identidade cultural.
Já confirmaram presença os músicos:

Beto Guedes, Toninho Horta, Marilton Borges, Paulinho Pedra Azul, Cid Ornelas, Sérgio Oly, Marcelo Dinis, Amaury Ângelo Quarteto, os artistas plásticos Gilberto de Abreu e Juarez Dias Costa, o poeta Murilo Antunes e outros.

Esperamos vocês!
Lívia Bastos

Mangueira lembra o Clube da Esquina

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RIO - A Mangueira, uma das mais tradicionais escolas de samba do Brasil, encerrou o carnaval deste ano no Rio com música brasileira de todos os tipos, todos os gostos e todas as épocas.

Sob o enredo "Mangueira é música do Brasil", a escola prestou uma grande homenagem a todos os ritmos do País, de Villa Lobos ao velho rock. No carro da Bossa-Nova, Carlos Lyra fez sua participação, assim como Milton Nascimento, que desfilou na ala do Clube da Esquina.
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Veja o Bituca desfilando.

Festival Música do Mundo - Três Pontas



Fotos Cintia Duarte e Vânia Campos

De 10 a 13 de setembro acontece
Festival Música do Mundo, em Três Pontas, Minas Gerais.

O evento é uma homenagem a dois filhos ilustres de Três Pontas: Milton Nascimento e Wagner Tiso. Os dois farão shows com convidados. Wagner apresentará o show de seu novo disco "Samba & Jazz", com convidados como Nivaldo Ornelas e Nicolas Krassik. Milton se apresentará com sua banda e convidados super especiais também.Além dos shows dos dois homenageados, outras atrações são: O grupo uruguayo Ritual & Eduardo Signore; o brasileiro Ricardo Herz, sucesso no mundo todo apresentando um repertório popular no violino, o francês Didier Lockwood, Toninho Horta, Wilson Sideral, Änïmä Minas, Ark2, entre outros.
O Festival Música do Mundo traz ainda atrações de rua, nas praças da cidade e do Pontalete (distrito de Três Pontas localizado na represa de Furnas) como música (banda marcial, fanfarras, duos, solos, orquestra, quintetos), Folia de Reis e dança; e ainda roteiro musical em bares e restaurantes, uma exposição sobre Milton Nascimento & Wagner Tiso, feira de artesanato e culinária, bate-papos de música com Milton e Wagner, entre outros (mediados pela equipe dar evista Bravo! / Ed. Abril), e um ação educativa nas 35 escolas da cidade e 1 escola de Varginha (cidade vizinha), que estão desenvolvendo projetos de resgate da identidade cultural dos alunos através da música e da história do Milton e do Wagner. Um lindo evento que irá, acima de tudo, prestar uma homenagem à amizade e tudo que dela pode brotar...Todos estão convidados! De 10 a 13 de setembro, em Três Pontas, Minas Gerais.
Produção Marolo Produções

Mais informações nos endereços:

http://www.festivalmusicadomundo.com.br/

Clube da Esquina e o Chão da Nossa Terra

CLUBE DA ESQUINA E O CHÃO DA NOSSA TERRA
Conhecido por evidenciar questões culturais das cidades históricas de Ouro Preto e Mariana, o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes congrega uma série de atividades baseadas em propostas de curadorias que envolvem as artes cênicas, a música, as artes plásticas e visuais, a literatura e o patrimônio cultural e natural.

Por sua formatação baseada na preocupação com a comunidade, o evento é compreendido como forma de concretização da extensão universitária, permitindo à população e visitantes possibilidades de encontro, descobertas, conhecimento e intercâmbio. Para o período de 08 a 27 de julho de 2009, filmes, peças teatrais, oficinas, shows e espetáculos estão sendo escolhidos e formatados de acordo com o eixo temático deste ano, O chão da nossa terra, sendo o Clube da Esquina” o grupo escolhido para ser homenageado.
Para curtir esse mega evento clique aqui e saiba mais...
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Livro : Som Imaginário - Bruno Viveiros Martins


Uma boa notícia para quem gosta da música mineira. Acaba de chegar às livrarias o livro "Som Imaginário - A Reinvenção da Cidade nas Canções do Clube da Esquina".
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Escrito pelo pesquisador Bruno Viveiros Martins, a obra publicada pela editora da UFMG, conta a história daqueles turbulentos e criativos anos do final da década de 60 e início dos 70.
Na obra, Martins analisa como as esquinas de Belo Horizonte tornaram-se o lugar perfeito para que jovens compositores criassem uma nova musicalidade que alterou os rumos da canção popular brasileira.
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Livro: Som Imaginário – A reinvenção da cidade nas canções do
Clube da Esquina
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Autor: Bruno Viveiros Martins
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Editora: UFMG
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Clube da Esquina - Laudo Ferreira Jr

Desenho Laudo Ferreira, baseado no livro "Os Sonhos não Envelhecem".
Clube da Esquina por Laudo Ferreira Jr..
Em 2007 e 2008 levei um projeto ousado mas de grande estima e carinho de minha parte: “Histórias do Clube da Esquina”. Adaptação para os quadrinhos do livro homônimo do escritor, letrista e compositor Márcio Borges, mineiro e parceiro de Milton Nascimento e Lô Borges.
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A música desses caras foi fundamental para toda uma geração do qual eu faço parte. Minha cabeça foi feita, embalada, ao som das canções e discos desses caras. Obras como o disco “Clube da Esquina”, “Minas” do Bituca e “Via Láctea” do Lô, foram fundamentais para minha formação intelectual e de ver a vida e as coisas. Um dado momento em 2006 resolvi que seria bacana homenageá-los e tudo que significavam com um projeto em quadrinhos.
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E como diz o ditado, quando você quer o universo conspira a favor, acabei conhecendo o fotógrafo Juvenal Pereira, amigo da turma do Clube da Esquina, ou melhor, membro do clube e fotógrafo do disco antológico de 1972. Conhecemo-nos numa loja de cd’s aqui no bairro da Pompéia em São Paulo, onde moro e logo ficamos bons amigos, dividindo papos, experiência, cervejas e é claro, Clube da Esquina.
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Juvenal foi quem levou o projeto diretamente às mãos do Márcio Borges e consequentemente ao Milton. Eu na ocasião estava tremendamente receoso, pois por uma ignorância de minha parte, julgava que eles, ícones da Música Brasileira e das artes nacionais, passariam batido com a questão, Clube da Esquina em quadrinhos. Ledo engano. Márcio e todos os membros do querido Clube, abraçaram a idéia completa e foi de Márcio que partiu a idéia de adaptar seu livro para os quadrinhos e essas hq’s depois seriam levadas ao site do Museu Clube da Esquina que estava em construção na época.
.Trabalhar com as histórias desses mineiros fundamentais foi algo tremendamente enriquecedor. Foi trabalhar com emoção, do vivido para o que era contado e principalmente fazer o leitor, novo e velho, fã e não fã da música deles, perceberem momentos pequenos ou não, de emoção. Acredito ter chegado próximo a isso, sem falsa modéstia, pois a obra foi feita com base em puro amor, aos mineiros e aos quadrinhos. Enfim, Márcio aprovou, Bituca aprovou e muita gente, fãs e não fãs aprovaram.
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Depoimento dado ao jornalista Renato Lebeau do site Impulso HQ
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Leia mais em :
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Assista ao video em :

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Laudo Ferreira Júnior nasceu em 08 de abril de 1964, em São Vicente, estado de São Paulo. Iniciou sua carreira de ilustrador em 1983, atuando em editoras como Globo, Abril, Escala e Peixes. No decorrer de sua carreira, atuou na área publicitária, desenvolvendo storyboards e ilustrações para diversos clientes.
Também produziu cenários e figurinos para diversos eventos e espetáculos. Trabalha também como caricaturista em eventos, feiras, convenções e congressos.

Foto : Juvenal Pereira

Projeto Histórico SESC - Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA, NAS MINAS DA MÚSICA
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E já se passaram mais de 36 anos, quando aquele grupo de rapazes cabeludos com suas guitarras e canetas em punho sonhavam em mudar o mundo. Minas era o ponto de partida e a amizade era a arma secreta para as grandes conquistas que estavam por vir.
Suas canções romperam o tempo por gerações, semeando otimismo, amor e paz por onde passaram. E eles passaram por aqui.
São Paulo, SESC Pinheiros foi o palco central onde pudemos ver, ouvir e voltar a sonhar junto com todos eles. Em cada show, cada oficina, cada filme, cada vídeo, nos livros, reabastecemos nossos corações de alegria e força para continuar sonhando. Sentamos mais uma vez naquela esquina onde como numa grande tela de cinema, vimos passar Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, Toninho Horta, Wagner Tiso, Tavinho Moura, Telo Borges, Nivaldo Ornelas entre outros.
Jakaré, o amigo de todos nós, os poetas Márcio Borges, Ronaldo Bastos e Fernando Brant.
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Foram dias históricos, onde passaram outras grandes estrelas, cada qual brilhando com sua própria luz.
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“...Eu sinto que vamos juntos...”
Todos juntos?
Um sonho?
Mas sonhos não envelhecem.
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Para quem não pode ir, deixo alguns registros desses dias para que todos possam sentir a felicidade que esses dias trouxeram para nós que amamos o Clube da Esquina.
Clique abaixo e sente-se nessa esquina e viva o sonho.

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Pedro Rossi
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Mistérios de Bituca



Quem foi ao show do Lô e Bituca, certamente observou a camiseta do Bituca. Ao mesmo tempo que aparecia a imagem de Três Pontas/MG, estava escrito PAZ.

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Ampliando a imagem nota-se mais claramente a palavra PAZ e o desenho das três montanhas de Três Pontas/MG. .
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Se virarmos o desenho da camiseta e compararmos com o disco Caçador de Mim, notamos a semelhança.
"Coisas" que só acontecem com o Bituca.


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Lançamento CD e DVD - Flávio Venturini

1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

Livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer
(1001 Albuns you must hear before you die)
Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos. Sua concepção original é de Robert Dimery, co-fundador da Revista Rolling Stone.

Abrangendo desde as origens do rock n’roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro mostra diferentes tendências sonoras e o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração. A publicação contém mais de 900 imagens. Quando o álbum é indicado, aborda-se também o momento histórico, além de relatar curiosidades da gravação.

Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop e música experimental.

No livro podemos encontrar Parliament, Ramones, Sinatra, Sepultura, Jean Michel Jarre, Fatboy Slim, Led Zeppelin, Metallica, Beatles, Rolling Stones, Elvis e mais novos como Blur, White Stripes, Arcade Fire . Ainda temos Bob Dylan, Sonic Youth, Radiohead, Tom Waits, The Who e muitos outros.

Dentre os artistas nacionais estão: Tom Jobim, João Gilberto, Mutantes, Caetano Veloso, Jorge Ben, Elis Regina, Sepultura, Bebel Gilberto, Toquinho, Chico Buarque.

Não poderia faltar o álbum duplo Clube da Esquina - Milton Nascimento e Lô Borges de 1972. Mais um belo motivo para termos orgulho desses talentos do mundo.

Livro: 14 Bis 30 anos - Dery Nascimento

Livro Coração Americano - Andréa Estanislau

Livro "Coração Americano"
viaja pelo processo de criação do disco

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35 anos do álbum CLUBE DA ESQUINA
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Os sonhos não envelhecem. Originalmente, a frase de Márcio Borges está na letra da canção "Clube da Esquina 2" e também é o título de sua biografia, mas poderia ser a tradução em palavras do que foi o processo de criação e produção de "Coração Americano", um projeto pessoal da designer Andrea Estanislau, que se transformou em um dos mais completos e detalhados documentos sobre um dos grandes discos da história da música popular brasileira.
A história de "Coração Americano" começa no ano de 2001, quando Andrea apresentou o esboço do livro como projeto de conclusão de seu curso de design gráfico. A partir daí, o sonho se tornaria realidade quando a fã do Clube da Esquina de longa data decide levar adiante o projeto, inscrevendo-o em Leis de Incentivo para, alguns anos depois, captar os recursos necessários e começar a produção propriamente dita. Anteriormente planejado como uma homenagem a Milton Nascimento e o movimento capitaneado por ele, "Coração Americano" se transformou em algo mais quando centrou seu foco no primeiro disco da série, que deu origem a todo o movimento.

De lá para cá foram incontáveis as entrevistas, encontros com os envolvidos na confecção do
disco e até mesmo com pessoas nem tão ligadas a ele intrinsecamente, mas que o tem como influência primordial em suas vidas, como o letrista Chico Amaral. A partir daí foi só juntar as peças. Enquanto o redator Rodrigo James montava a linha de tempo do que foi o processo de criação e produção do disco, Bernardo Mata Machado relembrava o contexto histórico da época, enquanto Andrea passeava por fotos e mais fotos dos acervos pessoais dos fotógrafos do Clube da Esquina (incluindo ai algumas de Ronaldo Gorini feitas durante fase de produção do álbum em Mar Azul, Niterói/RJ e inéditas até então) para chegar a um denominador comum. O resultado é um livro em que o apuro visual se confunde com o lirismo dos textos, numa mistura mais do que homogênea.

Mas faltava algo, que veio sob a forma de textos especiais, escritos por alguns dos responsáveis pela parte literária do disco "Clube da Esquina": Márcio Borges, Fernando Brant e Ronaldo Bastos. Como se isto tudo não bastasse, Chico Amaral, Toninho Horta e Tavito também contribuíram para o projeto, exaltando sua importância para a música brasileira.

Assim nasceu "Coração Americano", um livro de fã para fãs da música universal de Milton Nascimento, Lô Borges, Márcio Borges, Fernando Brant, Ronaldo Bastos e todos os demais músicos responsáveis por um trabalho reconhecido hoje como um dos dez discos mais importantes da MPB em todos os tempos. E isto não é pouco.


Texto de Rodrigo James


Coração Americano - 35 anos do álbum Clube da Esquina
Autor: Andréa Estanislau
Editora: Prax
ISBN: 9788590888604
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 176

Histórias da nossa Esquina

Vídeo Clube


Biografias e Discografias

...Saiba mais sobre Flávio Venturini
Saiba mais sobre Beto Guedes...
...Saiba mais sobre Lô Borges

Saiba mais sobre Toninho Horta...

...Saiba mais sobre Wagner Tiso
Saiba mais sobre Milton Nascimento...
...Saiba mais sobre 14 Bis


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Agende-se !!!

Livros das Esquinas da Travessia



Dois livros, mas a mesma estrada, a mesma esquina a mesma travessia. Estes dois livros partem de pontos de vista diferentes, porém contam com muito romantismo a história de duas pessoas incríveis: Bituca e Milton Nascimento. Bituca um amigo extremamente generoso, alegre e sedento pela liberdade. O outro, Milton Nascimento, mais que um amigo, um músico com reconhecimento Nacional e Internacional. Este segundo, uma pessoa quase indecifrável e com um sentimento a flor da pele que teve em sua trajetória muitas alegrias, muitos amigos, mas também seu momento humano, que por pouco não encerra de forma triste.

Falar sobre Os Sonhos não Envelhecem, obra prima de Márcio Borges é se deliciar com sua forma de escrever, sem comprometimento cronológico, escrevendo o que suas memórias alcançavam, nos dá a sensação de estarmos dentro daquela década de 70, vivendo intensamente o momento social, político e cultural com riquezas de detalhes que nos fazem ter vontade de fazer parte desta linda travessia. Primeiro a amizade, depois a música.

Sobre Travessia, A Vida de Milton Nascimento escrita por Maria Dolores também com muito romantismo nos conta com mais detalhes a trajetória de Milton Nascimento desde a sua adoção, até o momento mais delicado de sua vida: a Diabetes, este é o momento mais tenso do livro, que nos deixa de certa forma com a sensação de culpa, por ter “abandonado” esse nosso ídolo. Isso nos faz refletir sobre a imprensa do “sensacionalismo” que nos desinformou sobre o estado real do Bituca, que por sua vez se afastou de declarações, passando calado todo um sofrimento e acolhido por poucos e sua família, principalmente dona Lília e seu Zino.

Todas as conquistas alcançadas por esse grupo de músicos, poetas, cinéfilos e artistas só foi conseguido pela amizade e generosidade entre eles, essa troca resultou em uma obra inesgotável de riqueza que é o Clube da Esquina. Hoje o “Clube da Esquina” não é apenas, um movimento, uma marca, ou qualquer rótulo que se queira dar, é também um verbo. Toda vez que as pessoas se juntarem, para de forma coletiva, conceber, compor, tocar, cantar, tendo como compromisso principal a qualidade, a sua verdade e coerência com suas convicções, isso se tornará: Esquinar.

...”Esquina, mais de um milhão, quero ver a gente, gente, gente, gente,...”
Pedro Rossi


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Sonhos Não Envelhecem: Histórias do Clube da EsquinaAutor: Márcio Borges
Editora: Geração

ISBN: 8586028444
Ano: 1996
Edição: 3
Número de páginas: 358


Travessia: a Vida de Milton Nascimento
Maria Dolores
Editora: Record
ISBN: 8501076430
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 406
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Clube da Esquina - Clube da Vida

Em uma cidade coberta de cultura com o fundo musical de um grupo que fez mais que história, foi e continua sendo exemplo de arte e vida, pois um exemplo jamais morre. Falo do que surgiu de melhor em termos de música brasileira nas Minas Gerais. O seu ponto de partida foi Belo Horizonte; o ponto de chegada foi a expansão das fronteiras para o Brasil e para o mundo.
Fazem parte deste ilustre grupo: Lô Borges, Fernando Brant, Márcio Borges, Ronaldo Bastos, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas e Milton Nascimento (Bituca). O grupo de amigos que ficou conhecido como Clube de Esquina, retrata como são os encontros em Belo Horizonte, juntam-se talentos nas esquinas da noite, a música, que muitas vezes é composta por amigos boêmios, que casualmente se revelam capazes de exprimir a mais bela música e poesia, que também criticam o governo como nos tempos da ditadura, que correm riscos para reacender a nossa cultura e expandir sensibilidade para o mundo.
A imaginação entre eles era um campo fértil que frutificava em canções que são sempre cantadas, despertando a emoção de quem as canta e de quem as ouvi, retratam o amor, a liberdade, o sofrimento, a dilaceração da alma humana, exprimem a verdade existente no sonho, mostrando que o medo de viver deve ser banido.
As Minas Gerais produzem ouro, pois sua essência não se deteriora com o tempo e é valor universal, riqueza que se expande e enobrece os lares de sua população, que vive o desabrochar de uma rosa que perfuma os ares com a poesia presente em suas músicas, compostas e ouvidas em todo lugar e a qualquer hora, seja do dia ou da noite.
O objetivo do clube de esquina era apenas viver e expandir a alma que não podia ficar presa; os sentimentos tinham que ser extravasados nas músicas ainda que fossem tristes:

“Quem cala sobre teu corpo
consente na tua morte
talhada a ferro e fogo
na profundeza do corte
que a bala traçou no peito
quem cala morre contigo
mais morto estás agora.”
(Bituca e Ronaldo)

Eles sabiam muito bem que fazer música não era só falar de amor e que quando fosse preciso lutar, que se unissem pela democracia, não aceitando os moldes da ditadura, junto com outros músicos participaram da “passeata dos 100 mil”, Caetano Veloso era um deles, união das forças e vozes juntas, vivendo e contradizendo o sistema vigente na época extremamente repressivo. Pois triste é saber que não se podia ter liberdade de expressão. Quantos jornais na época foram fechados? E os que sobraram faziam propaganda para o governo, mostrando uma face do Brasil que era irreal, coberta de hipocrisia.

A ditadura caiu, o tempo passou, o clube fez de uma esquina história, política, música, poesia; elos de amizade fortes e sinceros, mostrando que a força proveniente da união de amigos com o objetivo de viver, traz à tona sonhos e desejos que ganham espaço para que se tornassem mais que simples mortais.
Procurei por muito tempo um exemplo marcante de vida; Retrato apenas. O Clube e a esquina de um passado presente, de um futuro que, apesar de ainda não ter chegado, está escrito em letras que jamais se apagarão, pois estão gravados na melodia permanente nos ouvidos, nos lábios e na mente de todos aqueles que um dia escutaram uma de suas canções.
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Minha História - Clube da Esquina


Eu um paulista. Minha família mineira da Zona da Mata, mais de 156 primos, muito? Não. Quem é de lá sabe como essas coisas se dão. Férias em Ubá, primos reunidos, de madrugada, acordando um a um. Preguiça? Que nada, íamos pescar! Todos moleques e uma aventura para realizar, afinal tudo era mágico. O clima estava quase completo, quando minha prima Consuelo colocou no toca disco (que mais parecia um armário barroco) um disco do Milton. Música e cenário se confundiam em clima de euforia, afinal música, letra, harmonia, melodia faziam que aquela cena se transformasse em um filme, daqueles que marcam para sempre, sem sequer a gente entender o porquê.
Era minha primeira vez. Daí por diante um a um os músicos iam se apresentando, Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso... um complementando o outro. Estava em Minas. Eu podia ver o que eles cantavam, eu sentia o som entranhando no corpo de tal forma que uma grande emoção aflorava. Tinha vontade de explodir de tanta felicidade. A cada nova canção, a cada novo músico, a cada nova história, ficou claro que aquela pescaria não era só para trazer peixes mas sim trazer o sentido de ser humano, amar e respeitar a terra, sonhar com um mundo melhor... Éramos tão crianças, mas hoje sei : os sonhos não envelhecem.

Pedro Rossi
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Olá Clubeiros !!!

Olá Clubeiros !!!